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Trabalhadores da Feira do Açaí são atendidos com ação integrada

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Trabalhadores da Feira do Açaí são atendidos com ação integrada
Trabalhadores da Feira do Açaí são atendidos com ação integrada
Trabalhadores da Feira do Açaí são atendidos com ação integrada
Trabalhadores da Feira do Açaí são atendidos com ação integrada

A Sesma aproveitou para entregar material informativo sobre a transmissão da Doença de Chagas. Os profissionais de saúde também orientaram os feirantes.

A profissão de feirante é motivo de orgulho e realização para Cinthia Marques, 35, que há sete anos decidiu seguir os passos da mãe e dedicar-se a atividade. “Eu era dona de casa, mas via que não era o que eu gostava de fazer e, então, optei por trabalhar vendendo lanches aqui na Feira do Açaí”, conta.

Além da variedade de salgados e sucos oferecidos diariamente na barraca de Marques, os clientes ainda podem optar pelos pratos para o almoço, como o peixe frito e a carne de sol. Ela afirma que para obter sucesso nas vendas, é necessária a utilização de dois principais ingredientes: o amor e a manipulação das boas práticas. “Procuro me dedicar e oferecer o melhor, aos clientes, através da alimentação saudável e nutritiva, que preparadas com carinho fazem toda a diferença, além, é claro, de oferecer um ambiente limpo e com boa iluminação”, ponderou a feirante.

Durante esta semana, Cintia Marques juntamente com os demais trabalhadores do espaço, puderam comemorar as melhorias que a feira já recebe desde o último dia 15, com um trabalho integrado das Secretarias Municipais de Urbanismo (Seurb), Saneamento (Sesan) e Saúde (Sesma), que promoveram a limpeza do espaço e a garantia de serviços essenciais à população.

Entre as ações, foram realizadas a manutenção de lâmpadas dos postes e refletores, incluindo os da Rua Siqueira Mendes, ladeira que dá acesso à Feira do Açaí e Complexo Feliz Lusitânia; limpeza geral na área e no entorno, assim como no Mercado de Carne; desobstrução de redes de drenagem; capinação; roçagem; lavagem e a recuperação completa da grade por onde é feito o embarque e desembarque do açaí.

“Se antes atendia 20 pessoas, agora são 40. O trabalho dobrou e a satisfação em ocupar um espaço aqui na feira do açaí triplicou”, ressalta Marques, falando sobre o mutirão.

Por se tratar, ainda, de um espaço que abriga principalmente os vendedores de açaí, foram deslocados à feira, o total de três agentes de endemias, para orientar os trabalhadores a respeito da Doença de Chagas, que pode ser adquirida através do fruto.

“Nós temos o dever de conscientizar e alertar as pessoas a respeito de quaisquer tipos de doenças, seja ela a de Chagas, ou as ocasionadas pelo mosquito Aedes Aegypti, como a dengue, zika e chikungunya”, destaca o coordenador de Controle de Endemias, David Aurélio. “Mesmo sendo detectada uma queda no índice de casos registrados destas doenças, este é um trabalho que precisa ser contínuo”, complementa o coordenador.

Para o vendedor de açaí Carlos Alberto Brito, 50, as informações foram de grande importância. “Trabalho diretamente com o fruto que pode transmitir a Doença de Chagas. Por este motivo é que vou procurar seguir os termos de segurança oferecidos pelos técnicos da saúde e, então, oferecer aos meus clientes, um produto saudável e de qualidade”, concluiu.

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