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CAIXA D'ÁGUA DE SÃO BRÁS

A estrutura veio da França, especificamente da casa Tony Dussiex, em Paris. Foi tombada como patrimônio histórico paisagístico e turístico do estado.

CORETOS

Localizados em praças como as da República e Batista Campos, os coretos foram trazidos da França. A ideia era criar nos paraenses o costume francês de pegar sol nas praças, mas acabou virando um programa familiar aos fins de semana.

PÃO

Vai um "careca" aí? Careca é como o paraense cham o tradicioanl pãozinho francês, criado por brasileiros depois de uma viagem à Europa.

PROCISSÃO

A procissão que atrai milhares de romeiros e turistas e todos os anos transforma as ruas de Belém, no segundo domingo de outubro numa mar de gente, nem sempre foi num domingo. De acordo com registros dos jornais de 1840, 1843, 1846 e 1849, a grande procissão aconteceu nas tardes de quarta –feira em um horário sempre sujeito a chuva, por conta disso, em 1854 foi anunciada a transferência da procissão para a manhã de domingo.

CONFORTO

A Sociedade Benemérita do Descanso,criada em 1879,alugava cadeiras para as famílias assistirem com todo conforto o movimento ao redor do Largo de Nazaré no período do Círio, as cadeiras eram colocadas na calçada que ficava em frente à Basílica.

"BOND"

Em 1868 surgiu a primeira empresa de bondes em Belém,organizada pelo cônsul do Estados Unidos, o industrial James Bond. Em virtude disso historiadores locais afirmam que o nome dele foi a origem da palavra “bond”, aportuguesada como “bonde” para dar nome aos veículos. Belém foi uma das primeiras cidades no Brasil a ter uma linha de bondes a vapor, Ia do Largo da Sé ao Largo de Nazaré e usava três locomotivas e dois carros de passageiros.

BONDE

Em 1870 Bond vendeu seu sistema a Manuel Bueno, que fundou a Companhia Urbana de Estrada de Ferro Paraense, e no mesmo ano a Companhiade bondes paraense inaugurou sua primeira linha de bondes com tração animal. Em 1833 já existiam 30 km de linhas, entre bondes com tração animal e a vapor.

COBRA GRANDE

As lendas Amazônicas assombram até os mais céticos dos habitantes do Pará, uma dela é a Cobra Grande, já cantada por um clássico do carimbó. De tamanho imensurável, com olhos que iluminam feito tochas,ao passar pelos rios e igarapés derruba embarcações e devora crianças e adultos que se banham nas margens. O povo paraense acredita que a cobra vive adormecida em Belém, entre os bairros da Cidade Velha e Nazaré e que um dia vai acordar e afundará toda a cidade com seus movimentos.

MULHER DO TAXI

Conta lenda que todo ano, no dia de seu aniversário, uma jovem ganhava de presente do pai uma vola de táxi pelos pontos turísticos da cidade, hábito que ela manteve depois de morrer.Assim, uma vez por ano uma morena, vestida de branco, faz sinal para um taxi em frente ao cemitério e após rodar pelas ruas da cidade pede para ser deixada em casa. Ao fim da corrida ele solicita ao motorista que retorne no dia seguinte para receber a corrida. Ao retornar,o taxista explica a situação para a senhora que o atende e diz que há anos mora ali, sozinha. É nesse momento que, ao olhar para dentro da casa, ele vê na parede o retrato da passageira e fica sabendo que ela já morreu. O nome da moça que seria supostamente a mulher do taxi era Josephine Conte. Josephina nasceu em 19 de abril de 1915 e faleceu em 1931 aos 16 anos de idade, vítima de tuberculose.